Edital
Rio de Janeiro
Corpo Morada
Corpo Morada: favela como patriônio da cidade, uma oficina de promoção das favelas e territórios populares como patriônio material e cultural da cidade; promoção Programa Imagens do Povo, 2021.
Nesse trabalho apresento um olhar fotográfico, com três (03) fotos das memórias e estéticas: sensíveis e afetamentos de corpos que delineiam e patrocinam nossa cidade; e outros registros do evento.
Foto 01 (2013), Vitorio, um corpo em performance que a cidade absorve e constroe a arquitetura da libedade de expressão dentro das narrativas LGBT.
Foto 02 (2015), Dona Glorinha (In Memoriam) em seu aniversario de 90 anos na quadra do GRES Boca de Siri, com netos e bisnetos, trás a memória da família e a cultura do carnaval.
No disfile do Boca de Siri, na rua intendente magalhães, em fevereiro de 2013, tive o prazer de conhece-la junta com sua filha Gilcéia.
Em visitas em sua casa, ela me contou recordações do carnaval e da escola de samba "vizinha faladeira" que ela dizia participar com satisfação e alegria.
Foto 03 (2013), crianças jogando bola no piscinão de ramos dentro das linhas livres que os afetos constroem para vencer as linhas das vulnerabilidades sociais.
Foto 04 (2022), Débora, Benjamim e Dinei netos de D. Glorinha, recebendo foto que compôs a exposição fotográfica Corpo Morada.
Foto 05 (2022), Lambe-Lambe colados em muro no centro da cidade do rio de janeiro.
Foto 06 (2022), print de matéria jornalística sobre Corpo Morada.
A oficina promoveu uma exposição fotográfica física e virtual 360° (Link Exposição virtual 360°) na galeria 535, e a impressão de imagens em formato lambe-lambe, 1m x 1,50 cm, que foram coladas em paredes no centro da cidade carioca, altura da famosa pedra do sal.
Para o encerramento do evento, foi promovida uma live com a organização e participantes da oficina, Corpo Morada. Link Live
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Corpo Morada, favela, fotografia popular, arquitetura, memoria